No Brasil

Por sua localização e extensão territorial, o Brasil recebe energia solar da ordem de 1.013 MWh/ano, o que corresponde a 50 mil vezes o consumo anual de energia elétrica. (Relatório Um Banho de Sol para o Brasil, do Instituto Vitae Civilis)

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Média anual de irradiação global apresenta boa uniformidade, com médias anuais relativamente altas em todo país.

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O valor máximo de irradiação global – 6,5 kWh/m² – ocorre no norte do Estado da Bahia, próximo à fronteira com o estado do Piauí. Essa área apresenta baixa precipitação e a média anual de cobertura de nuvens mais baixa do país.

  • Inserção na matriz energética
  • Tendência recente de mini e micro geração com energia solar fotovoltaica, estimulada por regulação específica
  • Custos decrescentes; agilidade e simplificação das instalações

Esta tendência consolida-se rapidamente em vários países e começa a ser implantada no Brasil. Ela altera completamente a configuração da oferta de energia, que deixa de ser centralizada para tornar-se distribuída.

Benefícios para o consumidor

  • Maior autonomia e segurança do abastecimento. Ao produzir sua própria energia elétrica, esse consumidor:
  • Transforma-se de receptor passivo em produtor ativo
  • Deixa de ter custos para aferir renda com a venda de excedentes
  • Pode aperfeiçoar o controle de variáveis como investimentos, custos e receitas com energia